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#SemanaS: Jen, Eric e anotações coloridas

3 de fevereiro de 2016
Reprodução: Intrínseca
Uma das grandes peculiaridades de S. (sim, porque o livro possui várias, vamos combinar) são as anotações de Eric e Jen no exemplar de O Navio de Teseu.

Antes de mais nada, se você caiu de paraquedas nesse post, saiba que ele faz parte de uma série especial do livro S., de J. J. Abrams e Doug Dorst. Se quiser saber mais, acesse o post com minhas percepções iniciais do livro, que possui uma edição mega diferenciada.

As anotações nas margens do livro trazem à tona a questão de marcá-los ou não. Eu, particularmente, não gosto de escrever nos meus livros. Eu uso tags para marcar passagens que são importantes ou que de uma forma e outra me marcaram. No caso de O Navio de Teseu, Jen e Eric começam a se comunicar a partir de tais anotações. E o leitor mais atento vai notar que elas mudam de cor durante um tempo. E aí? Isso significa que os personagens retornaram na leitura em algum momento, e são comentários feitos após a análise de determinado trecho de O Navio de Teseu.

Não pude evitar. Quem quiser saber mais sobre isso, ACESSE para entender.


Eu andei pesquisando bastante sobre S. na Internet. Quando o livro saiu lá fora, há 2 anos, muito se comentou qual seria a forma correta de realizar a leitura de S., afinal, temos a história de O Navio de Teseu e temos a história paralela que se desenvolve a partir dos comentários de Jen e Eric. Aí que já entra uma das maiores sacadas (ao meu ver) do livro: a experiência vai variar de acordo com o leitor. VOCÊ escolhe como quer ler, e qual a maneira que mais te agrada. Você pode ler primeiro todo o livro, sem ler os comentários dos personagens, e depois refazer a leitura com os comentários. Você pode revezar a leitura do Navio e dos personagens, mas atente-se às cores das anotações, hein? Algumas podem ser sobre alguma passagem mais adiante do livro. Enfim, são diversas maneiras de executar a leitura!

Mas já aviso: isso requer paciência. Certamente não é um livro para ser lido com pressa. Uma das teorias que mais me agradaram sobre a forma de ler foi a do leitor M.G. Bianco, do Goodreads. Ele simplesmente sugere que sejam feitas de 2 a 3 leituras do livro. Ficou assustado? Calma, vou explicar o porquê, e claro, você não precisa fazer isso para entender a história, ok? ;)

Segue a sugestão do Bianco, de leitura:

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Todos os Meus Amigos São Super-Heróis - Andrew Kaufman

2 de maio de 2014




Desde o dia 28/04 está rolando a Semana Especial da Leya sobre o livro do Andrew Kaufman, "Todos os Meus Amigos São Super-Heróis". Confesso que a primeira vista ele não tinha chamado minha atenção, mas como surgiu o convite para participar da semana, pensei: "Quem sabe?".

A primeira coisa que devo dizer sobre "Todos os Meus Amigos São Super-Heróis" é que ele é a leitura perfeita para tirar o leitor da sua zona de conforto, devido sua peculiaridade. Pelo menos, foi assim para mim.







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#SemanaSilo: Resultado do Concurso Cultural

14 de abril de 2014

Oi, pessoal! Finalmente o resultado que vocês estavam aguardando! \o/

Lancei o Concurso Cultural no post de abertura da #SemanaSilo e gostei muito da participação de vocês! Ao invés de 1 resposta, vou premiar 2 pessoas com um kit Silo, incluindo um exemplar do livro! Vocês tinham que me contar de qual setor fariam parte se vivessem no Silo e justificar a resposta.

O Carlos quem "julgou" as respostas e as escolhidas foram:

"Eu gostaria de ajudar as pessoas, mas para medicina não levo jeito, embora ache lindo salvar vidas e trazer vidas ao mundo, isso não é para mim. Então seria do setor de Suprimentos, pois é um setor que todas as pessoas precisam, afinal, se não houvesse ninguém para cuidar disso como eles iriam viver? Enfim, eu faria parte desse setor, porque gostaria muito de dividir e fornecer o que fosse necessário para a sobrevivência de todos da comunidade, iria ajudar os habitantes à viverem, e o que é melhor do que isso? *-*'"
Larissa Telles


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#SemanaSilo - Autopublicação?

11 de abril de 2014

Post por Tassi Reis


Como vocês já devem ter lido nos outros posts dessa #SemanaSilo, o livro de Hugh Howey foi publicado primeiro de forma independente, através do Kindle Direct Publishing da Amazon, e foi lá que ele chamou atenção o suficiente pra conseguir uma agente e um contrato para a publicação de “Silo” em formato físico.

O Hugh optou pela autopublicação porque escrevia para si mesmo, sem muitas pretensões de conseguir uma publicação tradicional, tanto que não se preocupou em divulgar a sua história (ele nem sequer colocou o link no site dele!). Somente depois de muito feedback positivo de desconhecidos que descobriram Silo por acaso na Amazon (e do dinheiro das vendas começar a entrar) que ele viu o potencial que a história tinha.

Esse caso do autor de “Silo” é bastante peculiar, mas muitos autores escolhem a autopublicação com ambições maiores. Os autores que publicam de maneira independente, seja através de crowdfundings, publicação online ou impressão por demanda, veem no contato direto com blogs e sites especializados a porta de entrada para a vida dos seus leitores em potencial e investem MUITO na divulgação dos seus livros, já que em geral eles não têm a credibilidade nem os contatos de uma grande editora para alcançar os grandes meios de comunicação. Tanto lá fora quanto aqui no Brasil, os blogs literários são os principais parceiros dos autores independentes. São os blogs que vão gerar o boca-a-boca necessário para chamar a atenção de um agente ou de uma editora que queira trabalhar com aquele autor.


O autor independente e os blogs literários
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#SemanaSilo: Silo - Resenha

10 de abril de 2014




"O que você faria se o mundo lá fora fosse fatal, se o ar que respira pudesse matá-lo?"
No primeiro post da #SemanaSilo contei pra vocês bastante sobre o universo criado por Hugh Howey. Falei sobre as limitações dos humanos sobreviventes da atmosfera tóxica que o mundo possui e sobre o Silo na qual eles habitam - e expliquei o que é Silo também, para quem não sabe ;)

No Silo, também como já foi dito, o controle de natalidade é rígido: só casais, que são inclusive, "aprovados" e registrados por lei, participam da Loteria. Através dela o casal sorteado tem permissão para tentar ter um filho, ou quem sabe, com sorte, gêmeos.

O pontapé inicial da história do livro se dá através de uma Limpeza - alguém punido com a morte que vai para fora do Silo para realizar a limpeza das janelas do Silo e depois morrer. Só que dessa vez, o condenado é nada mais nada menos que o xerife Holston, uma das autoridades do Silo. Ele e sua esposa, que pediu pra sair do Silo três anos antes, não conseguiram ter filhos através da Loteria, e após a morte dela, Holston ficou cada vez mais imerso em tristeza e curiosidade para saber o que a esposa descobriu.

Após alguns flashbacks do personagem, as coisas começam a esquentar, pois Holston deseja sair por conta própria, sua única infração foi ter dito isso em voz alta. E já queremos saber: por quê sair? E ele vai realizar a Limpeza? Após termos algumas poucas respostas inicias, a prefeita deve aprovar uma nova pessoa para ocupar o posto dele. E é aí que entra em cena nossa protagonista, Juliette.

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#SemanaSilo: Reflexão e Discussão - Distópicos X Pós - Apocalípticos

8 de abril de 2014
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Definir características e gêneros literários sempre dá uma boa discussão. As opiniões divergem, cada um tem seu ponto de vista, mas hoje vim falar um pouco com vocês sobre as diferenças entre os Distópicos e Pós-Apocalípticos que eu julgo serem adequadas. 

Ambos, na verdade, são considerados por muitos como um sub-gênero de ficção científica, sendo que nada impede que as características marcantes dos pós-apocalípticos estejam aliados as da distopia em um mesmo universo.

Não fui eu quem escreveu o artigo abaixo, foi a autora americana Julie Kagawa, responsável pela série The Iron Fey e Blood of Eden. A autora autorizou sua tradução, e o Conversa Cult traduziu o texto em 2012 e como temos a oportunidade de abordar o assunto novamente, a responsável pela tradução dessa vez foi a Tassi (vocês podem acompanhar posts dela no NUPE). Deixo aqui meus agradecimentos pela ajuda e participação na #SemanaSilo ;)


Distópicos X Pós-Apocalípticos (Julie Kagawa)

Livros pós-apocalípticos e distópicos não são a mesma coisa. Eles são dois "monstros" diferentes. Apesar de terem características similares, é errado jogar os dois no mesmo saco. Aqui está a minha opinião sobre os motivos:

Distópicos:

"Distópico" tem sido a palavra central, o bordão de todos os livros que possuem uma sociedade futurística, um evento apocalíptico, sobreviventes lutando contra condições horrendas, etc. 

Na verdade, um livro distópico é sobre uma SOCIEDADE na qual alguma coisa deu muito errado. Muitas vezes, a maldade e corrupção da sociedade são mostradas como algo normal, como em Jogos Vorazes, onde o Dia da Colheita é um dia de celebração. Em outros casos, o mal está escondido, apesar de sempre existirem indícios logo além da fachada perfeitamente arrumada. Distópico é o oposto de Utópico, no qual a sociedade É perfeita e todo mundo é feliz, exceto que a sociedade utópica quase sempre acaba sendo distópica, na verdade, porque uma sociedade perfeita daria um livro muito chato.

Livros distópicos e pós-apocalípticos podem ser facilmente confundidos, porque uma sociedade distópica normalmente se ergue das cinzas de um evento pós-apocalíptico. Apesar disso, o foco de um livro distópico é a sociedade e tudo o que está errado com ela, ao invés do evento em si.

Exemplos de livros distópicos: "Jogos Vorazes" da Suzanne Collins, "1984" de George Orwell, "Destino" de Ally Condie, "Feios" de Scott Westerfeld.

Fonte
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#SemanaSilo: Universo Silo e Concurso Cultural

7 de abril de 2014

Oi pessoal! Começamos hoje mais uma semana Especial, dessa vez, #SemanaSilo, sobre o livro Silo.

Conhecem? Silo é um romance pós-apocalíptico autopublicado internacionalmente pelo autor Hugh Howey. O Renato deu mais detalhes sobre como Silo foi publicado lá fora e vocês podem conferir no Este Já Li. É um dos últimos grandes lançamentos da Intrínseca.



Muita informação? Calma, calma! Essa semana vamos discutir aqui as diferenças entre distopia e livros pós-apocalípticos, os desafios da autopublicação, os elementos abordados no livro, e claro, vai rolar sorteio no facebook e no Twitter! \o/

Hoje vim contar para vocês um pouco do universo criado pelo Hugh Howey em Silo e lançar um Concurso Cultural bem bacana! \o/

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Dia Mundial da Conscientização do Autismo

2 de abril de 2014

Oi pessoal! o/

Falei com vocês essa semana sobre a Semana Passarinha, onde a Valentina propôs a vários blogs a discussão sobre o Autismo. Contei para vocês sobre a cor Azul, sobre o World Autism Awareness Day e sobre a fita formada com peças de quebra-cabeça.

Hoje, 2 de abril, é o dia Mundial de Conscientização do Autismo. Então vou indicar para vocês posts muito legais que saíram sobre o assunto e dar informações dos eventos que vão ocorrer no Rio de Janeiro e em outros lugares.

Segue um trecho da resenha de Passarinha (Kathryn Erskine), livro que a Valentina publicou ano passado.




"Na aba do livro diz que Passarinha é 'uma história que ficará para sempre em seu coração', e é a mais pura verdade. Com sensibilidade e sagacidade, a autora nos apresentou uma personagem fantástica, autêntica e que nos dá tanta lição...é impossível não se emocionar com os avanços de Caitlin e em como ela se esforça em criar empatia pelas pessoas, algo que para ela é extremamente difícil. Além disso, mesmo que de forma menos focada, a autora Kathryn Erskine abordou temas como violência na escola e bullying. E claro, um dos temas principais, como alcançar o desfecho, encerramento de uma situação, por mais dolorida que seja."

Resenha completa AQUI





O Pausa para um Café postou um Ensaio Fotográfico, que retrata o Autismo. É simplesmente lindo, confiram o post da Anna!





O Pipoca Musical (um dos blogs que mais gosto e visito <3) fez um post sobre o assunto também e o mais legal é a indicação de filmes que a Raquel fez! Passem lá também!



Eventos pelo Brasil
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Semana Passarinha de Conscientização do Autismo

31 de março de 2014


O dia 2 de abril é marcado como o Dia da Conscientização do Autismo. Pensando nisso e em como o assunto é tão pouco explorado a Valentina e alguns blogs levantarão discussões e informações acerca do tema durante essa semana.

Em Passarinha, um dos meus livros preferidos do ano passado, a personagem principal Caitlin possui autismo e tem que lidar com a perda recente de seu irmão. O livro, além de emocionante, mostra o mundo através do olhos da pequena Caitlin que apesar de muito inteligente, tem dificuldades em criar empatia pelas pessoas ao seu redor, e diferenciar metáforas da literalidade.

Claro, dizer que Caitlin é a representante "total" do autismo seria simplificar algo muito complexo. Obviamente não sou expert do assunto, mas desde que o assunto foi levantado através de uma novela, há um tempo, busquei saber um pouco do tema, e sei que existem diferentes graus de autismo, como uma gama de síndromes a ela associados.

E o objetivo da semana é esse mesmo, discutir o assunto e informar as pessoas sobre essa doença que atinge cerca de 70 milhões de pessoas no mundo eu seus graus variados, de acordo com a ONU.

Iluminar com Azul

O azul foi definido como a cor do transtorno autista porque é mais comum em meninos. A ação de iluminar monumentos com essa cor foi criada pela ONU em 2008 e chama a atenção para a importância de conhecer e tratar o transtorno que atinge mais de 2 milhões de brasileiros, segundo dados da própria organização. O objetivo é impulsionar o compromisso político e a cooperação internacional a favor de investimentos maiores nos setores sociais, educacionais e laborais das pessoas com o transtorno.
Fonte


Mais sobre o assunto:






Site oficial do World Autism Awareness Day








Símbolo Mundial


  • A fita feita de peças de quebra-cabeça coloridas, representa o mistério e a complexidade do autismo, é um símbolo mundial da conscientização em relação a esta patologia, muito usada principalmente no Dia Mundial de Conscientização do Autismo, todo 2 de abril, quando muitos monumentos ao redor do mundo são iluminados de azul, cor definida para o autismo, que tem prevalência de aproximadamente quatro meninos para uma menina.
Fonte

Muitos blogs falarão sobre o assunto essa semana! Fiquem ligados no Twitter (@brincandolivros) que vou comentar também por lá! :)
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Resultado: Concurso Cultural - Futuro Eu

24 de fevereiro de 2014

Oi pessoal! :)

Sem muitas delongas, vou liberar o resultado do Concurso Cultural da nossa #SemanaEsther. A tarefa era escrever uma carta para seu futuro eu. Ei, dá pra fazer isso de verdade através do FutureMe.Org. Espero que alguns se inspirem e se motivem através dessas mensagens para seus "futuros eus"! =)

Eu comentei no Twitter, e gostei tanto da participação de vocês que aumentei o número de ganhadores para 7! O Carlos me ajudou a escolher as mensagens! =)

Vamos então relembrar os brindes:

1º lugar: 1 exemplar de A Culpa é das Estrelas + Combo 1 camisa, 1 pingente, 1 botton, 1 pulseira de A Estrela que Nunca vai se Apagar.

2º ao 5 º lugar: Combo 1 camisa, 1 pingente, 1 botton, 1 pulseira de A Estrela que Nunca vai se Apagar.

6ª e 7º lugar: Combo 1 pingente, 1 botton, 1 pulseira de A Estrela que Nunca vai se Apagar


Vamos às mensagens:
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A Estrela que Nunca vai se Apagar - Esther com Lori e Wayne Earl

23 de fevereiro de 2014



E para finalizar a #SemanaEsther aqui no blog com chave de ouro, vou falar sobre minha experiência com a leitura  de A Estrela que Nunca vai se Apagar.

Nessa altura do campeonato, espero que vocês tenham acompanhando um pouco da vida de Esther e ver o quão especial ela era para seus amigos e família, frisando mais uma vez, não por ela ter lutado contra o câncer e sim, por ela ter feito o melhor que pôde dentro das suas limitações e ter contagiado a todos a seu redor com seus vídeos e ideias maluquinhas. Muitos poderiam ter se entregado à doença e ficar introspectivo de alguma forma, que também não é errado. Cada um pode lutar com as armas e forças que tem.

Eu não sou de ler biografias e coisas do tipo, confesso, mas eu senti que gostaria de ler sobre Esther. Queria saber mais sobre aquela que inspirou a criação de um dia para celebrar o Amor entre amigos e família, aquela que inspirou um escritor a escrever uma das mais belas histórias que tocou meu coração, aquela que fez muito em tão poucos anos de vida.

No livro, temos muitos depoimentos de médicos e profissionais que acompanharam a doença de Esther. Temos também muitas cartas dela para seus pais, fragmentos de seu diário pessoal, fotos e desenhos. Por mais chorosa e emocionada que tenha ficado durante a leitura, acredito que toda a edição foi feita de forma que Esther aprovaria.

Nada é feito de forma a exaltá-la ou intimidar o leitor a se emocionar de forma forçada. Mesmo na introdução do próprio John Green vemos que a história da Esther é linda simplesmente por si só. E as folhas e a edição é alegre, e tem estrelinhas e carinhas (emoticons). Ele me cativou, emocionou e pude saber de trabalhos maravilhosos que são realizados, iguais ao do Make a Wish e do HP Alliance!

Tenho certeza que a Estrela está mais acesa do que nunca! <3

Título: A Estrela que Nunca vai se Apagar
Autor: Esther com Lori e Wayne Earl
Editora: Intrínseca
N° de Páginas: 448



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#Semana Esther: Sobrevivendo um dia após o outro

Entrevista por Raffa Fustagno

Para participar da #SemanaEsther convidamos a querida Vanilda Procópio, leitora da blogosfera literária, para nos conceder uma entrevista. Ela, muito gentilmente, aceitou!

Vanilda foi diagnosticada no final de 2012 com câncer de mama e a recomendação foi a mastectomia, ou seja, a retirada total da mama direita. Em fevereiro de 2013 ela realizou cirurgia e reconstrução da mama. Por ter sido diagnosticado bem no início, não foi necessária nem quimioterapia nem radioterapia, apenas tratamento hormonal que se estenderá por cinco anos.

Confira o que ela tem a dizer para nós!

"Tenho 42 anos, sou casada, tenho uma filha de cinco anos, sou administradora, tenho uma vida saudável, fazendo atividade física regularmente e faço exames preventivos todo ano. Em um desses exames fui diagnosticada com câncer de mama e a necessidade de mastectomia."

1- Quando você foi diagnosticada com a doença chegou em algum momento a perder a fé?

Vanilda: Mesmo após a confirmação do diagnóstico de câncer, jamais perdi a fé. Eu pensei: "vou fazer o que tiver que ser feito".


2- No livro que estamos falando essa semana, a menina infelizmente não resistiu a doença mas registrou o que passou em fotos e diários, você alguma vez pensou em fazer isso? Se sim, como o fez?

V: Não pensei em fazer nada nesse sentido, mas tenho uma filha com cinco anos e sempre pensei que queria que ela tivesse a melhor recordação de mim, como uma pessoa lutadora.


3- Quando livros são lançados com o tema ou quando há algum personagem que tem a doença na história - isso vale para os filmes também - como você se sente? Não se incomoda de assistí-los? Ou foge do tema?

V: Não me incomodo de ler ou assistir filmes que tratem sobre câncer, mas confesso que quando o paciente é uma criança/jovem, meu coração fica apertado porque penso que eles não têm a maturidade para entender e enfrentar todo o tratamento.
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Famosos: Luta contra o Câncer

21 de fevereiro de 2014
Post por Raffa Fustagno

Toda vez que lemos um livro onde algum dos personagens tem essa doença, muitos de nós pensamos que nem no livro e muito menos na vida real ela tem a menor graça. Muitos dos livros que lemos e o que estamos homenageando essa semana falam sobre a doença, ou tem o protagonista sofrendo com a mesma. 

Nos emocionamos, torcemos por um final feliz, é como se fizemos o tratamento com eles, e muitos de nós já sentimos na pele como é ter algum familiar se tratando da mesma. Perguntamos muitas vezes porque mesmo tinha que acontecer com aquela pessoa, ou com aquele familiar querido? O que explica Esther ter sofrido tanto? Dói nela, na família e no leitor. Mas o câncer não faz distinção, ele atinge a todas as classes, sexos e idades. E é para relembrarmos de alguns famosos que sofreram - ou sofrem - com a doença que fizemos essas postagem.

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Make a Wish: Desejos que iluminam vidas!

20 de fevereiro de 2014
Post por Samara M. Mattos


Olá Pessoas. o/

Esta é uma semana especial, em que falamos sobre a importância que o carinho, amor e a memória têm para as pessoas que ficam, ao enfrentar uma situação tão delicada quanto um câncer.

Em A Culpa é das estrelas John Green conta que Hazel usa o seu desejo para viajar e visitar o autor que sempre admirou. Mas vocês conhecem a instituição que possibilita que as crianças realizem os seus sonhos?



A Make a Wish é uma ONG americana, criada há 33 anos com a intenção de realizar os sonhos de crianças diagnosticadas com doenças que colocam suas vidas em risco. Seus criadores acreditam que ajudar a realizar seus desejos permite que elas tenham mais fé em seus tratamentos e que consigam melhorar um pouco sua qualidade de vida.

A instituição está presente em mais de 50 países e conta com a ajuda de voluntários e empresas parceiras que se disponibilizam nessa tarefa difícil e ao mesmo tempo recompensadora.

Os números da ONG são impressionantes. Desde sua criação, em 1980, a instituição americana já garantiu mais de 224.000 desejos de crianças nos EUA através dos capítulos espalhados pelo país, e uma pesquisa levantou que a cada 38 minutos, um sonho é realizado pela Make a Wish.

Os desejos realizados são formas de fortalecer as crianças enquanto enfrentam as condições de suas doenças e muitas delas apresentam melhoria e maior vigor durante o tratamento. Seus pais e os médicos costumam relatar mais felicidade, menos medo e um aumento na auto-confiança das crianças.

Participar de um desejo não é só benéfico para as crianças, mas também para todos os envolvidos que passam a ter uma renovada fé na humanidade e maior compaixão.



Para se qualificar a um desejo a criança deve ter entre 3 e 18 anos, e não pode ter tido nenhum desejo atendido por outra instituição que realize este tipo de ação.

No Brasil também temos um capítulo Make a Wish, com sede em São Paulo e uma unidade em Campinas. Juntas elas já realizaram o desejo de 719 crianças desde 2008, o ano de sua criação. Depois de recebidos os pedidos, os voluntários da instituição entrevistam as crianças e categorizam seu desejo em uma das experiências - desejo ter, desejo conhecer, desejo ser, desejo ir. Assim, com planejamento e organização da Make a Wish, realizam o sonho da criança, levando em consideração sua imaginação e criatividade.

Se você se identifica com a causa da instituição você pode obter maiores informações sobre doações e participação voluntária no site da Make a Wish Brasil (http://makeawish.org.br).

Afinal, assim como Gus, nenhum de nós quer ser esquecido. <3

Algumas ações inspiradoras (em inglês):

Batkid - http://youtu.be/Gw3aWPxtpfE

Casamento dos sonhos da mãe - http://youtu.be/TauZF48O5to

Conhecer Cody Simpson - http://youtu.be/TUbwF6Q2yOQ


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Concurso Cultural: Futuro Eu...

19 de fevereiro de 2014

Existe um site chamado FutureMe.Org, onde a ideia é você pré-programar uma mensagem para si mesmo, para ser entregue em seu e-mail em uma data (do futuro, obviamente).

Esther chegou a enviar uma mensagem para si mesmo, para ser entregue quando ela estivesse com 17 anos. Infelizmente ela faleceu com 16, mas colocou a mensagem em cópia para seus pais por "precaução". A mensagem se encontra nas páginas quase finais de 'A Estrela que Nunca vai Se Apagar', e é bem emocionante na verdade.

A tarefa de vocês então é fazer algo semelhante: o que você falaria para seu eu do futuro?

Envie suas mensagens para contato@brincandocomlivros.com, com o Assunto: Futuro Eu - Semana Esther. Vou aceitar os envios até 20h de domingo, 23/02, data de término da #SemanaEsther. Não vou colocar limitação de caracteres e nem linhas, mas sem exageros, pessoal, para dar tempo de avaliar todo mundo! ;)

Vou premiar as CINCO melhores mensagens, e os kits são os seguintes:

1º lugar: 1 exemplar de A Culpa é das Estrelas + Combo 1 camisa, 1 pingente, 1 botton, 1 pulseira de A Estrela que Nunca vai se Apagar.

2º ao 5 º lugar: Combo 1 camisa, 1 pingente, 1 botton, 1 pulseira de A Estrela que Nunca vai se Apagar.

É isso por hoje, gente! Caprichem nas suas mensagens! ^___^


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Palavras de Esther

18 de fevereiro de 2014

Um trecho de A Estrela que Nunca vai se Apagar que saltou muito aos meus olhos foi o pedido de John Green para que votassem no Harry Potter Alliance. Eles faziam parte do Desafio de Doações Comunitárias do Chase Bank, que competiam por votos, onde o vencedor ganharia $250,000, dinheiro que eles estavam muito precisando para financiar várias causas.
Em tempo: A HPA é organização de caridade idealizada por Andrew Slack, que teve meio que como inspiração a Armada de Dumbledore para fazer gestos notórios para o mundo. 

Pois bem, eles precisavam ganhar e John pensava na gratidão de que sentia por ter conhecido Esther, que por sua vez, também era uma defensora do HPA. John faz um apelo para votarem e não ganharem o concurso para  a Esther e sim com ela. Se ele falasse algo diferente disso, provavelmente ela ficaria bastante brava com o John, rsrs.

Conversando com a Bells (NUPE) ontem, também refleti sobre isso. Esther não gostaria de ser lembrada que era especial por ter o câncer. Ela era especial somente por si mesmo, por sua personalidade, como tantas pessoas maravilhosas que existem no mundo e que tem ideias que mudam vidas, como o HPA e outras coisas do tipo.

Gostaria de citar Andrew Stack:
"O autor Jack Kornfield diz que a questão mais importante no final da nossa vida não é o quanto trabalhamos ou o quanto realizamos. É: 'Amei bem?' E Esther amou bem. É raro ver qualquer ser humano amar tão bem. E, embora Esther, eu e muitos de nós ansiemos fazer a diferença - até mesmo salvar o mundo -, nosso mundo precisa de amor mais do que precisa 'ser salvo'".

Sendo assim, gostaria de compartilhar trechos, em sua maioria, dos diários de Esther, onde ela simplesmente é ela mesma, como qualquer ser humano, mas que escolheu aproveitar da melhor forma possível, o tempo que tivesse ainda de vida (sendo 6 meses, 6 anos ou 60 anos), amando bem os que estavam ao seu redor:

3 de junho de 2007
"[...] Espero que encontrem uma boa cura para o câncer logo, porque a verdade é que, se eu não tivesse ficado doente, não ficaria pensando nas pessoas com a doença...Eu sentiria pena do tipo "ah...coitado" em vez de solidariedade sincera. Às vezes, tenho vontade de gritar e dar um chilique porque os médicos não conseguem encontrar uma cura para essa doença...ah, é doloroso."
Data Desconhecida
"Amor, intensidade, valor, paixão, rejeição, esperança,
cuidado, fracasso, alegria. O que a vida joga em cima da
gente nunca faz sentido. Parece até que estamos nas mãos
dela. Quanto tempo esperamos que a vida mude a gente?
Quanto tempo devíamos tentar mudar a nós mesmos?
[...]"
 Natal de 2008
"[...] Quando o dia chegar, seja em um, dez ou cem anos, eu não quero que vocês pensem em mim e fiquem tristes. Mesmo agora que estou viva, não pensem em mim e digam "Probrezinha. É uma pena que ela esteja doente." Não que vocês façam isso. Pensem em mim e pensem na luz do sol e no quanto aaaamo animais e desenhar coisas bonitas. Como essa carinha -> :) <- AW! Sou uma ótima artista de carinhas :)
É isso, pessoal! :) (eu também faço carinhas, hehehe)

Amanhã, mesmo horário, vou fazer comentários do livro A Estrela que Nunca vai se Apagar!



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Semana Esther: Quem é a Estrela?

17 de fevereiro de 2014

Bem-vindos à Semana Esther! \o/





Primeira coisa a ser dita: Esther não é a Hazel!!!!

"Lygia, você está ficando doida?" Err...não! Vamos começar a #SemanaEsther e essa informação é uma das primeiras que o John Green compartilhou conosco no prefácio de 'A Estrela que Nunca Vai se Apagar', livro que reúne informações da vida de Esther, seus pais, encontro com o John Green, os Nerdfighters, o Catitude - um chat criado por amigos, que desenvolveram grande afinidade e apoio entre si, no qual ela fazia parte-, e anotações em seu diário.

Então vamos por partes...para quem estava fora da Terra nos últimos 2 anos (#brincaderinha), Hazel Grace é a protagonista do livro do John Green 'A Culpa é das Estrelas' (resenha AQUI), que é diagnosticada com câncer terminal e tem 16 anos. Vai ter adaptação cinematográfica esse ano, como muitos sabem:

Escuto vários 'oownnnsss' daqui XD
Pois bem, mas vocês sabiam que se não fosse por Esther Grace Earl não teríamos ACEDE, e consequentemente, não teríamos filme? Bom, talvez até o John Green tivesse escrito 'A Culpa' de qualquer forma em algum momento de sua vida, mas ele mesmo disse que não seria possível sem ela.

Minha amiga @crazycrayon (nick da Esther no TT) morreu em 2010. Ela tinha 16. Eu não teria escrito A Culpa é das Estrelas sem ela, mas ACEDE não é a história de Esther. 


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Semana King: Novembro de 63

14 de dezembro de 2013




Galera, finalizando nossa semana do terror em homenagem ao mestre Stephen King, hoje vou conversar com vocês sobre seu último lançamento pela editora Suma de Letras chamado de Novembro de 63. 

Um livro grande, com uma pegada forte de ficção cientifica, cheio de cenas de suspense, ação e terror, e King mais uma vez cria um livro envolvente e instigante, com uma enredo forte e penetrante, personagens cativantes, situações polêmicas e um final de arrancar lágrimas do leitor, independente do local escolhido para leitura (aviso logo para não correr o risco de chorar litros na presença de desconhecidos).

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Semana King: Sob a Redoma

13 de dezembro de 2013



Em Sob a Redoma, um dos últimos lançamentos de Stephen King no Brasil, temos um thriller eletrizante onde uma pacata cidade dos Estados Unidos, Chester's Mill, é envolvida por uma redoma indestrutível, semipermeável e eletromagnética. 

A partir desse evento misterioso as pessoas presas na parte de dentro da redoma tem que enfrentar seus medos e seu lado mais obscuro para vencer os desafios que a total isolação traz. A população local, entre as mentiras e manipulações, vai se deteriorando enquanto o veterano no Iraque Dale Barbara, mais conhecido como Barbie, tenta controlar a situação e resolver o mistério em que a redoma se transforma.

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Semana King: A Torre Negra

11 de dezembro de 2013



Bem, galera, hoje vou falar um pouco sobre o série de livros mais longa do mestre King. \o/

A Torre Negra possui 7 volumes, alguns apêndices e HQs, mas a história principal levou mais de 30 anos para ser finalizada pelo autor. Misturando o mundo de Tolkien, faroeste, as lendas de Artur e o poema “Childe Roland à Torre Negra Chegou”, King escreveu sua principal série épica, que já alcançou mais de 30 milhões de cópias vendidas, com uma mistura de ficção científica, fantasia e terror. 

O leitor deve estar preparado para tudo: em um passar de capítulo você pode ser levado de um místico palácio de cristal a um cenário pós-apocalíptico urbano; de um deserto cheio de seres amorfos assassinos a uma cidade futurista abandonada, onde inteligências artificiais atentam contra a vida dos viajantes. Em um dos romances mais cativantes de ficção científica que eu já li ,essa série é, sem dúvidas, a cereja do bolo e obra de vida de um dos maiores nomes da literatura mundial.

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