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#SemanaSilo: Resultado do Concurso Cultural

14 de abril de 2014

Oi, pessoal! Finalmente o resultado que vocês estavam aguardando! \o/

Lancei o Concurso Cultural no post de abertura da #SemanaSilo e gostei muito da participação de vocês! Ao invés de 1 resposta, vou premiar 2 pessoas com um kit Silo, incluindo um exemplar do livro! Vocês tinham que me contar de qual setor fariam parte se vivessem no Silo e justificar a resposta.

O Carlos quem "julgou" as respostas e as escolhidas foram:

"Eu gostaria de ajudar as pessoas, mas para medicina não levo jeito, embora ache lindo salvar vidas e trazer vidas ao mundo, isso não é para mim. Então seria do setor de Suprimentos, pois é um setor que todas as pessoas precisam, afinal, se não houvesse ninguém para cuidar disso como eles iriam viver? Enfim, eu faria parte desse setor, porque gostaria muito de dividir e fornecer o que fosse necessário para a sobrevivência de todos da comunidade, iria ajudar os habitantes à viverem, e o que é melhor do que isso? *-*'"
Larissa Telles


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#SemanaSilo - Autopublicação?

11 de abril de 2014

Post por Tassi Reis


Como vocês já devem ter lido nos outros posts dessa #SemanaSilo, o livro de Hugh Howey foi publicado primeiro de forma independente, através do Kindle Direct Publishing da Amazon, e foi lá que ele chamou atenção o suficiente pra conseguir uma agente e um contrato para a publicação de “Silo” em formato físico.

O Hugh optou pela autopublicação porque escrevia para si mesmo, sem muitas pretensões de conseguir uma publicação tradicional, tanto que não se preocupou em divulgar a sua história (ele nem sequer colocou o link no site dele!). Somente depois de muito feedback positivo de desconhecidos que descobriram Silo por acaso na Amazon (e do dinheiro das vendas começar a entrar) que ele viu o potencial que a história tinha.

Esse caso do autor de “Silo” é bastante peculiar, mas muitos autores escolhem a autopublicação com ambições maiores. Os autores que publicam de maneira independente, seja através de crowdfundings, publicação online ou impressão por demanda, veem no contato direto com blogs e sites especializados a porta de entrada para a vida dos seus leitores em potencial e investem MUITO na divulgação dos seus livros, já que em geral eles não têm a credibilidade nem os contatos de uma grande editora para alcançar os grandes meios de comunicação. Tanto lá fora quanto aqui no Brasil, os blogs literários são os principais parceiros dos autores independentes. São os blogs que vão gerar o boca-a-boca necessário para chamar a atenção de um agente ou de uma editora que queira trabalhar com aquele autor.


O autor independente e os blogs literários
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#SemanaSilo: Silo - Resenha

10 de abril de 2014




"O que você faria se o mundo lá fora fosse fatal, se o ar que respira pudesse matá-lo?"
No primeiro post da #SemanaSilo contei pra vocês bastante sobre o universo criado por Hugh Howey. Falei sobre as limitações dos humanos sobreviventes da atmosfera tóxica que o mundo possui e sobre o Silo na qual eles habitam - e expliquei o que é Silo também, para quem não sabe ;)

No Silo, também como já foi dito, o controle de natalidade é rígido: só casais, que são inclusive, "aprovados" e registrados por lei, participam da Loteria. Através dela o casal sorteado tem permissão para tentar ter um filho, ou quem sabe, com sorte, gêmeos.

O pontapé inicial da história do livro se dá através de uma Limpeza - alguém punido com a morte que vai para fora do Silo para realizar a limpeza das janelas do Silo e depois morrer. Só que dessa vez, o condenado é nada mais nada menos que o xerife Holston, uma das autoridades do Silo. Ele e sua esposa, que pediu pra sair do Silo três anos antes, não conseguiram ter filhos através da Loteria, e após a morte dela, Holston ficou cada vez mais imerso em tristeza e curiosidade para saber o que a esposa descobriu.

Após alguns flashbacks do personagem, as coisas começam a esquentar, pois Holston deseja sair por conta própria, sua única infração foi ter dito isso em voz alta. E já queremos saber: por quê sair? E ele vai realizar a Limpeza? Após termos algumas poucas respostas inicias, a prefeita deve aprovar uma nova pessoa para ocupar o posto dele. E é aí que entra em cena nossa protagonista, Juliette.

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#SemanaSilo: Reflexão e Discussão - Distópicos X Pós - Apocalípticos

8 de abril de 2014
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Definir características e gêneros literários sempre dá uma boa discussão. As opiniões divergem, cada um tem seu ponto de vista, mas hoje vim falar um pouco com vocês sobre as diferenças entre os Distópicos e Pós-Apocalípticos que eu julgo serem adequadas. 

Ambos, na verdade, são considerados por muitos como um sub-gênero de ficção científica, sendo que nada impede que as características marcantes dos pós-apocalípticos estejam aliados as da distopia em um mesmo universo.

Não fui eu quem escreveu o artigo abaixo, foi a autora americana Julie Kagawa, responsável pela série The Iron Fey e Blood of Eden. A autora autorizou sua tradução, e o Conversa Cult traduziu o texto em 2012 e como temos a oportunidade de abordar o assunto novamente, a responsável pela tradução dessa vez foi a Tassi (vocês podem acompanhar posts dela no NUPE). Deixo aqui meus agradecimentos pela ajuda e participação na #SemanaSilo ;)


Distópicos X Pós-Apocalípticos (Julie Kagawa)

Livros pós-apocalípticos e distópicos não são a mesma coisa. Eles são dois "monstros" diferentes. Apesar de terem características similares, é errado jogar os dois no mesmo saco. Aqui está a minha opinião sobre os motivos:

Distópicos:

"Distópico" tem sido a palavra central, o bordão de todos os livros que possuem uma sociedade futurística, um evento apocalíptico, sobreviventes lutando contra condições horrendas, etc. 

Na verdade, um livro distópico é sobre uma SOCIEDADE na qual alguma coisa deu muito errado. Muitas vezes, a maldade e corrupção da sociedade são mostradas como algo normal, como em Jogos Vorazes, onde o Dia da Colheita é um dia de celebração. Em outros casos, o mal está escondido, apesar de sempre existirem indícios logo além da fachada perfeitamente arrumada. Distópico é o oposto de Utópico, no qual a sociedade É perfeita e todo mundo é feliz, exceto que a sociedade utópica quase sempre acaba sendo distópica, na verdade, porque uma sociedade perfeita daria um livro muito chato.

Livros distópicos e pós-apocalípticos podem ser facilmente confundidos, porque uma sociedade distópica normalmente se ergue das cinzas de um evento pós-apocalíptico. Apesar disso, o foco de um livro distópico é a sociedade e tudo o que está errado com ela, ao invés do evento em si.

Exemplos de livros distópicos: "Jogos Vorazes" da Suzanne Collins, "1984" de George Orwell, "Destino" de Ally Condie, "Feios" de Scott Westerfeld.

Fonte
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#SemanaSilo: Universo Silo e Concurso Cultural

7 de abril de 2014

Oi pessoal! Começamos hoje mais uma semana Especial, dessa vez, #SemanaSilo, sobre o livro Silo.

Conhecem? Silo é um romance pós-apocalíptico autopublicado internacionalmente pelo autor Hugh Howey. O Renato deu mais detalhes sobre como Silo foi publicado lá fora e vocês podem conferir no Este Já Li. É um dos últimos grandes lançamentos da Intrínseca.



Muita informação? Calma, calma! Essa semana vamos discutir aqui as diferenças entre distopia e livros pós-apocalípticos, os desafios da autopublicação, os elementos abordados no livro, e claro, vai rolar sorteio no facebook e no Twitter! \o/

Hoje vim contar para vocês um pouco do universo criado pelo Hugh Howey em Silo e lançar um Concurso Cultural bem bacana! \o/

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