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Então eu li Malala! Ou melhor, li sobre sua vida e luta pelos direitos das meninas de acesso à educação. A mais jovem ganhadora do Prêmio Nobel da Paz, Malala Yousafzai, se tornou uma das principais ativistas de seu país. Antes mesmo do atentado contra sua vida em outubro de 2012, ela já era conhecida como a "menina que ousou usar sua voz" no Paquistão.
Eu Sou Malala (Seguinte, 2015) foi uma das minhas melhores leituras de dezembro do ano passado. Comprei o e-book em uma promoção (7 reais, apenas) e claro que já havia ouvido falar de Malala. Apenas não sabia que seria tão tocada profundamente com sua história e o que ela fez por tantas pessoas em seu país, e agora, no mundo.
Existem vários livros que falam sobre a Malala e retratam sua história. Conversando com a responsável pelo Marketing da Editora Seguinte (Oi, Diana <3), perguntei qual era a principal diferença dessa versão da editora para as demais. A resposta que tive vocês conferem a seguir:
"Para cada uma das autobiografias a Malala sentou com uma jornalista diferente, porque queria focar as histórias em públicos diferentes. Então na nossa edição, ela contou sua história focando no que queria contar pra outras pessoas da mesma idade dela. Essa é a diferença, não é versão resumida nem nada :)"
Achei linda demais essa versão, que foi realizada em parceria com a jornalista Patricia McCormick. Malala nos conta sua história de coragem e esperança com muita simplicidade. Com pais mais compreensivos e "abertos" do que a maioria em seu país (diria que o pai, principalmente, é um ponto bem fora da curva para a tradição paquistanesa), a menina cresceu com um forte desejo: ter acesso à educação através da escola. Quando esse direito é ameaçado, Malala se torna uma voz da sua geração, do seu país e principalmente, de meninas que anseiam pelo aprendizado!




